SENSATEZ

Albertina trocava de óculos uma e outra vez a longo do dia, ora para fazer passar a linha pela agulha, ora para espreitar as andorinhas pela janela da cozinha.

 

Inspirada nestas recordações visuais antigas, a artesã cria uma corrente de óculos que concilia a utilidade do acessório com um novo sentido estético, tornando-o num adereço de uso pessoal sofisticado.

DEDICAÇÃO

Em casa de Albertina nunca faltaria doçaria. A memória do arroz doce e da marmelada em cima da mesa da cozinha serviu de inspiração para esta peça que tem tanto de clássico como de versátil:

 

um fio de pérolas e prata que pode ser usado como colar ou como pulseira.

VAIDADE

Sair de casa sem batom e perfume era coisa rara: Albertina gostava de se sentir mulher.

 

Para recordar a sua elegância e vaidade, a artesã cria um colar verdadeiramente feminino

inspirado em tendências mais contemporâneas.  

LAVOR

Longas eram as tardes passadas à máquina de costura e pela delicadeza de suas mãozinhas passavam meias, botões e bainhas.

 

Albertina trabalhava com todo o tipo de tecidos, o que inspirou a artesã a criar brincos, pulseiras e colares com diferentes texturas.

ESTIMA

Albertina conhecia bem a arte de apreciar. Fosse uma peça de roupa ou o rebento de uma flor, o valor das coisas media-se pela estima que lhes tinha.

 

Esta é a premissa para uma peça que pode ser estimada para a vida: um colar que pode adquirir em corrente, pérolas ou ambos para trocar ou conjugar!